Já existem algoritmos capazes de pintar quadros, escrever livros e compor canções. Eles o fazem cada vez mais e mais e "melhor".
Que impacto tem a Inteligência Artificial na criação artística e cultural? Ela a substitui? Ela a complementa? Há espaço para a colaboração entre essas duas formas de criação?
Hoje falamos sobre estas questões em La Mesa TIC, com a participação de: Martín Alcalá, engenheiro em Telecomunicações e Eletrônica, empresário de tecnologia serial na área de Inteligência Artificial; Héctor Cotelo, engenheiro em Ciência da Computação formado pela Universidade Católica do Uruguai, profissional em gestão de projetos com certificação PMP, criador do dispositivo com o qual foi feita a canção "Celeste inteligencia"; Pablo Musé, engenheiro elétrico, mestre em Matemática, Visão e Aprendizagem, tem mais de 10 anos de experiência em Machine Learning, particularmente em aplicações ao diagnóstico a partir de imagens médicas; Pablo Casacuberta, artista visual, diretor e cineasta, diretor do documentário "Clemente Estable, aprendizajes de un maestro". Nos últimos anos, ele desenvolveu um interesse crescente na interseção entre neurociência e arte.
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