Aqui no Uruguai já temos vários exemplos: existem cadeias de supermercados que substituem caixas por terminais de auto-atendimento ... ou bancos que automatizam centenas de procedimentos que anteriormente exigiam a realização de funcionários.
Como nós, uruguaios, percebemos este progresso técnico, vemos ele como uma ameaça ou como uma oportunidade para o surgimento de novos empregos?
Como as empresas estão se preparando para essas mudanças?
Hoje voltamos a este tema, que já discutimos em outras ocasiões, mas abrindo o campo, e indo em busca de outras perspectivas: Diego Sastre, engenheiro de computação e CEO da Pyxis, um conglomerado de empresas que oferece soluções digitais para organizações complexas, tais como plataformas de comércio eletrônico, infra-estrutura e ferramentas Big-Data; Ana Peluffo, psicóloga, gerente de Recursos Humanos da BASF, empresa química alemã; Fernando Isabella, economista e diretor de Planejamento no Escritório de Planejamento e Orçamento; Lucía Pittaluga, economista e professora na Faculdade de Economia e Administração de Udelar.
Parte 1:
Parte 2:
Parte 3:
Fonte: Em Perspectiva
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